
🌌 A Guerra de Órion e o Segredo do Conselho dos Sete
- Oraculoaurora

- 22 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
O Estopim da Guerra
Muito antes da humanidade despertar na Terra, a constelação de Órion foi palco de uma batalha que ecoou por toda a galáxia. Essa não foi apenas uma guerra de armas, mas uma disputa pelo destino da consciência.
De um lado estavam as forças da liberdade — Sirianos, Liranos, Andromedanos e Orionitas rebeldes que buscavam preservar o direito de cada ser escolher seu caminho.
Do outro, os Draconianos de Alfa Draconis e facções de Órion que desejavam impor domínio absoluto, usando tecnologia e manipulação genética como correntes invisíveis.
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Os Agentes Cósmicos
Draconianos: guerreiros reptilianos, estrategistas do controle, donos de naves triangulares negras e armas psíquicas.
Sirianos: guardiões da Fonte, portadores de tecnologias cristalinas, protetores da liberdade.
Liranos: ancestrais humanoides de muitas raças galácticas, carregavam a memória da primeira civilização destruída.
Andromedanos: sábios e conselheiros, registraram em cristais a memória da guerra.
Orionitas rebeldes: lutaram contra seus próprios irmãos para romper as correntes da dominação.
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O Planeta Perdido: Mintaka
Mintaka, um mundo oceânico de cidades flutuantes, foi um dos campos de batalha mais ferozes. As águas se tornaram chamas azuis quando os Draconianos atacaram, e os portais submersos que conectavam dimensões foram alvo da destruição.
Até hoje, quem sente atração profunda pelo oceano pode carregar memórias de Mintaka gravadas na alma.
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O Santuário dos Sete: Arkh’ion
Arkh’ion era o planeta-santuário onde os Templos Cristalinos dos Sete Pilares da Criação estavam erguidos. Cada templo vibrava em uma frequência primordial:
1. Tempo (Ritmo) – a cadência do universo.
2. Luz (Radiação) – o despertar das consciências.
3. Trevas (Absorção) – o vazio que acolhe e transmuta.
4. Fogo (Expansão) – o impulso da ação.
5. Água (Contração) – a memória e a união.
6. Matéria (Estrutura) – a forma que sustenta a vida.
7. Éter (Ponte) – a ligação entre dimensões.
Quando Arkh’ion caiu, três templos foram destruídos, dois corrompidos e dois ocultados em outras dimensões. Essa perda selou o destino da Guerra de Órion.
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A Corrupção dos Sete
Os Draconianos inverteram os Sete, criando o Conselho Negro dos Sete Tronos.
O tempo foi manipulado em linhas falsas.
A luz transformada em hologramas de deuses falsos.
As trevas usadas como prisão de energia vital.
O fogo em guerras infinitas.
A água em ciclos de trauma.
A matéria em prisões genéticas.
O éter em grades de frequência para escravidão de almas.
Assim nasceu a versão distorcida do Conselho, usada como arma de domínio.
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Reflexos na Terra
Hoje, a memória dos Sete aparece disfarçada em nossas tradições: chakras, sete selos bíblicos, sete dias da semana, sete notas da música. Nada disso é coincidência: são fragmentos do Conselho dos Sete, ecoando no inconsciente humano.
Quem desperta cada um desses sete pilares dentro de si reergue os templos de Arkh’ion — e se alinha ao Conselho Original, não ao reflexo corrompido.
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O Chamado de Órion
A Guerra de Órion não terminou. Ela mudou de campo: agora se desenrola dentro de cada ser humano.
Quem escolhe liberdade se alinha à Fonte.
Quem se submete repete a escravidão cósmica.
Os olhos de quem lutou naquela guerra ainda brilham na Terra. E cada alma desperta é uma nova chama na reconstrução dos Sete.



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