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🌌 A Guerra de Órion e o Segredo do Conselho dos Sete

O Estopim da Guerra


Muito antes da humanidade despertar na Terra, a constelação de Órion foi palco de uma batalha que ecoou por toda a galáxia. Essa não foi apenas uma guerra de armas, mas uma disputa pelo destino da consciência.


De um lado estavam as forças da liberdade — Sirianos, Liranos, Andromedanos e Orionitas rebeldes que buscavam preservar o direito de cada ser escolher seu caminho.

Do outro, os Draconianos de Alfa Draconis e facções de Órion que desejavam impor domínio absoluto, usando tecnologia e manipulação genética como correntes invisíveis.



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Os Agentes Cósmicos


Draconianos: guerreiros reptilianos, estrategistas do controle, donos de naves triangulares negras e armas psíquicas.


Sirianos: guardiões da Fonte, portadores de tecnologias cristalinas, protetores da liberdade.


Liranos: ancestrais humanoides de muitas raças galácticas, carregavam a memória da primeira civilização destruída.


Andromedanos: sábios e conselheiros, registraram em cristais a memória da guerra.


Orionitas rebeldes: lutaram contra seus próprios irmãos para romper as correntes da dominação.




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O Planeta Perdido: Mintaka


Mintaka, um mundo oceânico de cidades flutuantes, foi um dos campos de batalha mais ferozes. As águas se tornaram chamas azuis quando os Draconianos atacaram, e os portais submersos que conectavam dimensões foram alvo da destruição.

Até hoje, quem sente atração profunda pelo oceano pode carregar memórias de Mintaka gravadas na alma.



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O Santuário dos Sete: Arkh’ion


Arkh’ion era o planeta-santuário onde os Templos Cristalinos dos Sete Pilares da Criação estavam erguidos. Cada templo vibrava em uma frequência primordial:


1. Tempo (Ritmo) – a cadência do universo.



2. Luz (Radiação) – o despertar das consciências.



3. Trevas (Absorção) – o vazio que acolhe e transmuta.



4. Fogo (Expansão) – o impulso da ação.



5. Água (Contração) – a memória e a união.



6. Matéria (Estrutura) – a forma que sustenta a vida.



7. Éter (Ponte) – a ligação entre dimensões.




Quando Arkh’ion caiu, três templos foram destruídos, dois corrompidos e dois ocultados em outras dimensões. Essa perda selou o destino da Guerra de Órion.



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A Corrupção dos Sete


Os Draconianos inverteram os Sete, criando o Conselho Negro dos Sete Tronos.


O tempo foi manipulado em linhas falsas.


A luz transformada em hologramas de deuses falsos.


As trevas usadas como prisão de energia vital.


O fogo em guerras infinitas.


A água em ciclos de trauma.


A matéria em prisões genéticas.


O éter em grades de frequência para escravidão de almas.



Assim nasceu a versão distorcida do Conselho, usada como arma de domínio.



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Reflexos na Terra


Hoje, a memória dos Sete aparece disfarçada em nossas tradições: chakras, sete selos bíblicos, sete dias da semana, sete notas da música. Nada disso é coincidência: são fragmentos do Conselho dos Sete, ecoando no inconsciente humano.


Quem desperta cada um desses sete pilares dentro de si reergue os templos de Arkh’ion — e se alinha ao Conselho Original, não ao reflexo corrompido.



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O Chamado de Órion


A Guerra de Órion não terminou. Ela mudou de campo: agora se desenrola dentro de cada ser humano.


Quem escolhe liberdade se alinha à Fonte.


Quem se submete repete a escravidão cósmica.



Os olhos de quem lutou naquela guerra ainda brilham na Terra. E cada alma desperta é uma nova chama na reconstrução dos Sete.


 
 
 

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